Segunda-feira, Julho 7

Tutorial Nuendo 3 - Funcionalidades Básicas

Nuendo 2

Faz algum tempo que não posto nada, resolvi então começar novamente. Pensei em algo que eu também gostasse, então resolvi compartilhar um pouco dos meus conhecimentos, espero que gostem. Fiz esse tutorial com as funcionalidades básicas necessárias para se começar a utilizar o Nuendo. Explico como gravar, salvar e importar o arquivo para um formato que você possa ouvir no seu player favorito, em breve postarei outro tutorial com mais funcionalidades.

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Sexta-feira, Março 28

AVEC TRISTESSE - HOW INNOCENCE DIES

Avec Tristesse - How Innocence DiesTambém há beleza na tristeza, na melancolia, no lado negro e na música pesada. A prova disso é o segundo álbum do trio carioca Avec Tristesse. Muito bem produzido, How innocence dies é, além de belo, uma boa amostra do nível que o heavy metal brasileiro anda alcançando ultimamente, com trabalhos que não ficam devendo nada aos de grandes nomes internacionais.
O Avec Tristesse, que já era uma das maiores bandas do underground carioca e vem ganhando cada vez mais reconhecimento, merecidamente, diga-se de passagem, no cenário nacional, pratica um tipo de som muito peculiar, que viaja entre o gótico e o dark, com escalas no black e no death metal. Algo como se bandas como Anathema, My Dying Bride ou mesmo um Type O' Negative encontrassem Dimmu Borgir, Opeth, Dark Funeral ou Hypocrisy.
A banda surgiu em 2000 e, depois de alguns problemas internos, lançou em 2002 seu álbum de estréia, Ravishing Beauty, pela Hellion Records. A repercussão de crítica e público, no meio underground, não poderia ter sido melhor. Agora, com How innocence dies, os cariocas Pedro Salles (guitarra e vocal), Nathan Thrall (bateria e vocais) e Rafael Gama (baixo) estão prontos para vôos mais altos.
O álbum abre com a curta e bela I am but one, com teclados sombrios de Pedro Salles cantando de forma limpa, quase sussurrando, apenas para amaciar os ouvidos desavisados para a pancadaria a seguir. All love is gone entra logo na sequência e traz a banda explorando ao máximo suas raízes black/death metal, com um vocal rasgado e bateria e riffs rápidos. Sem dúvida uma das melhores do álbum.
A view of the end, igualmente pesada, já traz o duelo particular de vocais limpos de Pedro Salles com os gritados dele próprio e do baterista Nathan. O álbum segue na linha do ''bate-assopra'', apresentando momentos de pura agressão com outros de beleza melancólica, como na sequência Through my eyes, com guitarra acústica e percussão, e Presence ignored, com o belo vocal de Raquel Antunes.
Fonte: Wiplash
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Sexta-feira, Fevereiro 8

VOLKANA-FIRST

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Elas foram com certeza as líderes do Metal feminino no Brasil. Num nível internacional elas poderiam competir com diversas outras bandas femininas de outros países. Elas, Mila Menezes (b), Karla Carneiro (g), Ana (d) e Eliane (v), fundaram a banda em 1987 na capital do país, Brasília. Ana e Eliane não permaneceram por muito tempo sendo substituídas por Mariele Loyola (v) e Débora (d) vindas das bandas DETRITO FEDERAL e ARTE NO ESCURO. Todas se mudaram para São Paulo e gravaram, em 1982, uma demo de 2 faixas, "Thrash Flowers". Esta demo fez a banda ser conhecida e com isso puderam gravar seu primeiro álbum em 1990 (genialmente nomeado de "First"). Antes de gravar tiveram sérios problemas em encontrar uma baterista. Débora deixou a banda e Pat do OZONE esteve na bateria por um curto período. Para a gravação, elas chamaram Sérgio Facci da recém acabada banda, VODU. Ele não está nas fotos da banda por não ser considerado mebro da banda neste período. Como não conseguiram encontrar uma baterista, ele acabou se tornando membro oficial da banda. A música neste disco é Thrash com sutis influências de Punk. Não há versão em CD deste álbum no Brasil, mas houve uma versão americana, com cover diferente, da gravadora "Moving Targets". Isto mostrava que a banda já estava se tornando conhecida, mas ainda existiam problemas. A vocalista Mariele deixou a banda, sendo substituída por Cláudia Franca e uma segunda guitarrista jntou-se à banda, Selma Moreira. No segundo álbum "Mindtrips" de 1994, elas tocam um Thrash mais extremo com algumas inflências dos anos 90. Alguns anos depois a banda acabou. Parece que nenhuma das garotas estão em atividade, somente a Selma que se mudou para os EUA e, dizem, ainda está tocando. As garotas também tocaram muitas vezes na TV. No ano de 2002 um dos muitos pirateiros no Brasil teve a idéia de relançar as 2 faixas da demo do Volkana junto com a demo de outra banda feminina, FLAMMEA num LP! O som é ok e a quantidade de cópias prensadas parece ser bem pequena!!
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Quarta-feira, Janeiro 30

DREAM THEATER - IMAGES AND WORDS

O Dream Theater tornou-se uma das bandas do movimento progressivo mais bem sucedidas desde o auge do rock progressivo em meados dos anos 70.
A banda é conhecida pela qualidade técnica de cada um de seus integrantes, tendo ganhado vários prêmios por revistas especializadas. São muito respeitados por grandes nomes do rock e metal, tendo colaborado com vários outros músicos de renome. Em um exemplo famoso, John Petrucci foi nomeado como o terceiro guitarrista do G3, juntamente com Steve Vai e Joe Satriani, seguindo a trilha de guitarristas como Eric Johnson, Robert Fripp e Yngwie Malmsteen.
Novamente, por diferenças musicais, despediram seu vocalista. Por um bom tempo não tiveram um vocalista fixo, mas mesmo assim não cessaram de compor novas músicas, nem de fazer apresentações mesmo instrumentais. As músicas instrumentais compostas dariam origem ao álbum Images and Words. Nesse período pela banda passaram no vocal John Arch, Steve Stone e Chris Cintron. Mas finalmente surgiria o vocalista ideal. Era Kevin Labrie, o vocalista da banda canadense Winter Rose. A partir de então se juntou a banda adotando o nome de James Labrie, no intuito de não deixar a banda com dois Kevins e dois Johns.
Images and Words foi lançado em 1992, depois disso foram convidados para abrir alguns shows do Iron Maiden. Tiveram uma excelente recepção pela MTV e estouraram as vendas desse disco no Japão, isso acabou levando a banda a fazer sua primeira turnê mundial. Quando estavam gravando o terceiro disco o tecladista Kevin Moore resolveu abandonar a banda para seguir carreira solo. Sem um substituto para Kevin, terminaram as gravações de Awake (álbum que contém a faixa "The Silent Man") (900.000 cd's vendidos), que rapidamente conquistou o mercado americano e europeu. Pouco depois o lugar de Moore seria ocupado por Derek Sherinian (que havia tocado em turnês com o Kiss e Alice Cooper). Images and Words é um disco que serviu de referência para muitas bandas, esse disco contribuiu para a evolução do metal,o problema é que depois dele muitas cópias surgiram dando uma saturada no estilo, mais Dream theater é Dream theater o resto é outra coisa!
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Sexta-feira, Janeiro 11

The Jimi Hendrix Experience – Live At Berkeley

Esta obra prima do lendário guitarrista Jimi Hendrix, foi lançada em 14 de Outubro 2007 . Trata-se de uma versão em CD, DVD e LP duplo da famosa apresentação “The Jimi Hendrix Experience – Live At Berkeley (The Second Set)”, até então disponível somente em VHS.

O show ocorreu em 1970, quatro meses antes da morte de Hendrix, e contou com o baterista Mitch Mitchell e com o baixista Billy Cox.

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Liquid Tension Experiment

Liquid Tension Experiment é um projeto paralelo, iniciado em 1998, dos integrantes da banda Dream Theater com Mike Portnoy na bateria, John Petrucci na guitarra, Jordan Rudess (que na época ainda não fazia parte do Dream Theater) no teclado e com a participação de Tony Levin no baixo (membro do King Crimson e músico de estúdio de Peter Gabriel e John Lennon, entre outros). Precursor do projeto, Mike Portnoy, resolveu convidar músicos com grandes habilidades para compor o grupo. Escolheu Tony Levin por conhecer seus inúmeros trabalhos e Jordan Rudess por ser, como Portnoy mesmo disse, "um dos maiores talentos que conheci". Faltava um guitarrista... a esposa de Mike sugeriu que chamasse John Petrucci, uma vez que era um grande amigo e já tocavam juntos há anos. Com músicos de altíssima qualidade, estava montado Liquid Tension Experiment. Foram lançados dois álbuns nesse projeto, o Liquid Tension Experiment 1 e o Liquid Tension Experiment 2.

Fizeram alguns shows ao vivo em New York, Philadelphia, e Los Angeles.

Mike Portnoy em diversas entrevistas divulgou que não pretendem lançar um novo álbum, pois não faria sentido continuar com um projeto quando a maior parte dos integrantes são integrantes do Dream Theater.

O metal progressivo e o rock progressivo (estilos que os músicos envolvidos tocam em suas bandas) foram as duas influências principais para o projeto, resultando em dois excelentes álbuns.
Destaque para a faixa Universal Mind....
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Quinta-feira, Janeiro 10

Siouxsie - Mantaray

Siouxsie Sioux, um dos nomes mais importantes da cena musical pós-punk / gótico dos anos 80 lança seu primeiro álbum solo. Depois de trinta anos de história, esse álbum não poderia chegar em um momento melhor. “Mantaray” mostra que Siouxsie não é apenas um nome para ser lembrado com nostalgia pelos seus memoráveis anos com o Siouxsie & the Banshees ou posteriormente com o The Creatures, já sem o mesmo sucesso.
“Mantaray” traz 10 faixas realmente muito boas. A cantora conseguiu fazer um disco forte, trazendo elementos e sonoridades que de certo modo remetem aos seus clássicos da década de 80, mas não como uma tentativa de alcançar algum sucesso fácil repetindo fórmulas. Este álbum é mais direto e tem uma sonoridade mais crua do que na época do Banshees, mas ainda traz um pouco daquela ambientação.
A voz de Siouxsie continua inconfundível e não parece que se passaram quase 30 anos desde o lançamento do primeiro disco com os Banshees. “Mantaray” abre com “Into a Swan” que é um casamento perfeito da sonoridade de seus trabalhos antigos com um toque do atual rock alternativo. A melodia vocal fica na cabeça e faz você sair cantarolando. Uma das melhores do disco, logo de cara. Outra faixa que chama a atenção é “Here Comes That Day”, que tem uma sessão de metais e parece saída da trilha sonora de algum filme.
“Loveless” é a seguinte e mais uma vez a melodia vocal de Siouxsie vai guiando o ouvinte como se estivesse hipnotizado. “If It Doesn’t Kill You” até arrepia. A faixa é lenta, uma balada melancólica, com total destaque para a vocalista. “They Follow You” é a mais Pop do álbum mas nem por isso é ruim, e pop nesse caso não significa algo que será facilmente assimilado. O álbum acaba com “Heaven and Alchemy”, uma baladinha bonita, com direito a piano e ‘backing vocals’ que dão um ar triste e estranho para música.
Siouxsie não caiu na armadilha de tentar lançar um álbum idêntico aos da época com os Banshees, mas também não teve a pretensão de fugir do estilo que a consagrou. O resultado é um ótimo álbum que todo admirador vai se deliciar.

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Quinta-feira, Novembro 1

HELMET - SIZE MATTERS

Durante os anos 90 o Helmet foi um dos grupos mais importantes do rock alternativo. Agora, dez anos depois do último CD da banda, Aftertaste eles retornam com Size Matters. O vocalista e guitarrista Page Hamilton agora se apresenta com a banda em nova formação: o guitarrista Chris Traynor (ex-White Zombie), o baterista John Tempesta e o baixista Frank Bello (ex-Anthrax) fazem parte do novo Helmet.
Por alturas da grande explosão do rock alternativo americano, em 1992, os Helmet eram uma das “next big things”, emergentes. Era a altura da caça desenfreada às bandas underground que se seguiu à explosão dos Nirvana e o futuro parecia risonho. Mas em 1996, quando editaram “Aftertaste”, por sinal um excelente álbum de canções pesadas, já ninguém ligou. O grunge tinha entrado em colapso e um novo monstro, a que se convencionou chamar nu-metal, levantava a sua horrível face. O mais irónico da questão é que a maior parte das bandas ligadas a esse movimento soava essencialmente a… Helmet. Guitarras graves e dissonantes, uma mistura entre rock pesadão e um groove derivado do hip-hop, vocalizações ríspidas, etc. Os Helmet acabariam por ser engolidos pela corrente dos seus próprios clones e enquanto os miúdos não se cansaram não parecia fazer muito sentido competir com uma geração cheia de sangue na guelra, embora definitivamente muito menos criativa. Em 2004 os Helmet ressurgem das trevas do esquecimento com este novo “Size Matters”, uma nova investida de Page Hamilton, que entretanto se rodeou de uma nova formação de apoio. A diferença não é muita. De novo, estão lá o groove pesadão, os riffs precisos e as boas canções com tomates e neurónios. A única coisa que parece ter mudado subtilmente é a voz de Hamilton, um tanto ou quanto mais ríspida. Os Helmet, mesmo não sendo exactamente os mesmos, voltam à boa velha forma, mas depois de tanto barulho inconsequente será que alguém vai notar? Mesmo estando muitos furos acima do que se passa na maioria desta música mais agressiva, desconfia-se que Hamilton e companhia vão passar um bocado por botas-de-elástico…
Fonte: (Mondo Bizarre # 21)

Segunda-feira, Outubro 29

APOCALYPTICA - Plays Metallica by Four Cellos

Apocalyptica é uma banda finlandesa formada por três exímios violoncelistas e, desde 2003, um baterista. Tem como especialidade o "heavy metal played by cellos" (heavy metal tocado por violoncelos), mas também tocam música clássica. Todos os formadores freqüentaram a Academia Sibelius, onde se conheceram, em Helsinki.
Seu primeiro álbum, Plays Metallica by Four Cellos, consiste somente em músicas do Metallica regravadas por eles. Para seu segundo álbum, Inquisition Symphony, eles regravaram músicas de "Faith No More", "Sepultura" e "Pantera", tão bem quanto as músicas originais. No quarto álbum, Reflections, eles aprimoraram o seu estilo "Cello Metal"; com a adição da percursão e maior uso do som eletrônico, ao invés de seu estilo acústico anterior encontrado em "Inquisition Symphony" e "Cult".
Em 1999, Antero Manninen deixou a banda, no seu lugar ingressou Perttu Kivilaakso. Em 2002, Max Lilja também saiu, deixando Apocalyptica com três membros. Dave Lombardo assumiu a bateria em cinco músicas no álbum Reflections e em uma música no álbum Apocalyptica. Lombardo não estava capacitado para fazer um tour com a banda, então Mikko Sirén ocupou sua posição e é oficialmente o quarto membro do Apocalyptica. Durante concertos e shows, Antero Manninen também dá assistência ao grupo como o quarto violoncelista.
Desde então eles já venderam dois milhões de discos no mundo todo, tocaram em mais de trinta países, fizeram tour com a banda Rammstein e tocaram junto com Metallica duas vezes.
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Quinta-feira, Outubro 11

ROCK DE SOBRA É SÁBADO GALERA!

GALERA SABADÃO AGORA DIA 13/10 É DIA DE
FESTIVAL
*******************ROCK DE SOBRA***************************
GINASIO DE ESPORTES DE SOBRADINHO
MEGA ESTRUTURA
DIA 13/10/07
AS 18:00 (EM PONTO)
ENTRADA A 1 REAL
SIMM 1 REAL !

SHOW COM AS BANDAS

VIA CRUCIS
THE WATTS
MADNESS MACHINES
DARSHAN
MULTIVERSO PARALELO

PRESENÇAS DE LORO JONES E MURILO ( EX-CAPITAL INICIAL )
e da familia MANFREDINI encerrando as atividades do curta metragem " que pais é esse"

AGORA É
******************ROCK DE SOBRA**********************

NOS VEMOS LÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!